boobox

quinta-feira, 11 de março de 2010

Comidas bizarras

Churrasquinho da Mongólia
Ok. Pára tudo. Leia novamente o que eu escrevi “churrasquinho da Mongólia”. Você pode imaginar que tipo de comida demoníaca é esta só pelo nome? Lembre-se que a Mongólia é o berço de bravos guerreiros, que dominaram as estepes. São pessoas que acordam de manhã e bebem gordura de cavalo derretida. Então, meu caro leitor. Estamos lidando com profissionais da “gastronomia Dumbo”.
Vamos ver as fotos e depois eu explico. Dê uma boa olhada:


Hehehe. Cruzes, meu. Isso aí é o seguinte. Pegue uma marmota ou cabra- geralmente eles preferem usar cabras, pois as marmotas contém pulgas que costumam transmitir a peste bubônica – Abra o seu orifício anal usando uma faca grande, e em seguida vire o bixo pelo avêsso, mantendo os pêlos, sujeira e tudo mais para o lado de dentro. Depois pegue a mutueira de tripas, órgãos e sangue que escorreu na etapa anterior e jogue tempero a gosto. Depois soque tudo dentro da cabra. Em seguida, quebre as pernas dela, arranque a cabeça e costure. O passo seguinte é pegar pedras, isso mesmo, PEDRAS, do chão, sem lavar nem, nada e colocar dentro da cabra, que a esta altura é apenas um saco de carne cheio de coisas nojentas dentro. Aí então leve ao fogo de uma fogueira e delicie-se, tentando evitar o vômito. As pedras aquecem e assam a cabra de dentro para fora. Não contém Glúten!

Cabeça de salmão podre

Comer cabeças de animais é algo primitivo. MAs o que dizer de cabeças de peixe fermentada, ou como eles chamam “cabeças fedorentas”?
Este prato é apreciado por nativos do Alasca. Eles pegam o salmão e enterram suas cabeças no chão ou em barris de plástico ou madeira com água (que não é trocada) e até sacos plásticos, onde as cabeças são colocadas em decomposição. Cerca de uma semana depois a pele das cabeças está tão podre que se desprende com facilidade das carcaças e esta carne é comida com apetite voraz, acompanhada de uma pasta feita com ervas. Devido aos casos de botulismo e doenças associadas ao ato de comer cabeça de peixe podre, as autoriadades sanitárias do Alasca fazem campanha para evitar o hábito, mas como é um prato culturalmente arraigado, tal como a nossa feijoada, ninguém dá a mínima e preferem correr o risco de morrer do que parar de comer cabeça de peixe podre.

3 comentários:

Anônimo disse...

q delicia aqueles ratinhos crocantes e o macaco me deu agua na boca a tal ponto q não irei ao McDonald's hoje

Anônimo disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

Que nojo ah gente mesmo sem noção sem escrúpulos.
Deviam sofrer metade do que os pobres dos animais sofrem.
Não velem mesmo o chão que pisam nem o ar que respiram...