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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

De acordo com a bíblia Moisés seria gay


Recentemente uma equipe de cientistas da Universidade de Princeton nos EUA, liderados pelo professor Maurice H. Ginsburg, descobriram que Moisés (hb. Mosheh), o fundador da religião judaica era homossexual; a pesquisa focou-se principalmente na especulação dos escritos do próprio Moisés no livro da Torá, suas deduções a partir da experiência pessoal na comunidade egípcia, e o seu poder de influência na comunidade hebraica.
Segundo o Dr. Ginsburg, a palavra Nabi usada por Aharon, queria dizer homossexual passivo e também profeta; já a palavra Kedoshim, usada como um código em diversos lugares por Moisés em seus escritos, queria dizer homossexual ativo, e isso é o que Moisés era na realidade: os dois eram amantes e não irmãos como leu a tradição judaica até hoje.
O professor titular da Universidade e pesquisador renomado disse que a descoberta não deixa lugar para dúvidas; a preocupação do próprio Moisés e de Aharon em protegerem a classe dos Kedoshim já naqueles dias, da violência das pessoas, não deixa dúvida de que a Comunidade Gay Internacional tem um digno representante no fundador da Religião Judaica. O próprio nome Moisés, que muito dizem que quer dizer tirado da água, na verdade vem da raiz hebraica Mseh, e significa jovem feliz.
E mais: o Dr. Ginsburg descobriu que muitos dos rabinos da época do Talmude eram homossexuais também; o Rabi Akivá Ben Yossef, por exemplo, deixou sua mulher por quarenta anos, e vivia em intimidades com um jovem discípulo na estância termal de Emaús. O Dr. Ginsburg afirma que Akivá era homossexual assumido já em seus dias, e por essa razão foi escrito acerca dele no Talmude: RABI AKIVÁ ERA UM CISTERNA ONDE TUDO CABIA (isso está escrito no Tratado Yebamot, do Talmude Babilônico, capítulo 62).
Outro que foi assumidamente homossexual em seus dias de mestre do Talmude, foi o Rabi Tarfon; esse rabino que era bem rico, levava seu discípulo pobre, depois Rabi Yehudah Ben Ilaí para fazer trabalhos domésticos em sua casa, e depois pedia que o jovem discípulo vestisse roupas femininas e dançasse para ele. Assim fica-se pensando, afirma o Dr. Felix Manners, acessor do professor Ginsburg, que ser homossexual era uma exigência sine qua non para o colégio dos rabinos. Esse Rabi Tarfon foi o autor daquela famosa frase: É DANDO QUE SE RECEBE (confira isso no Tratado Peah, do Talmude de Jerusalém, capítulo 1:1).
Recentemente o primeiro-ministro de Israel Ehud Olmert declarou que na sua juventude entrou para uma Yeshivá (escola de rabinos) e pensou em ser rabino; aí muita gente não entendeu direito o que ele quis dizer com isso. Mas depois das descobertas do Dr. Ginsburg...
Talvez seja por essa razão que os judeus ortodoxos aplaudiram a passeata do Orgulho Gay que aconteceu em Jerusalém recentemente; eles se identificam com esse movimento que representa mais uma minoria perseguida no mundo moderno.
Fonte:http://eusoumaisumkara.blogspot.com/

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