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sábado, 2 de janeiro de 2010

Estudante usavao facebook para conseguir sexo com outros homens


Desde uma perspectiva puramente depravada, o plano de Anthony R. Stancl era simples... e resultou ser efetivo, ao menos, temporariamente. O jovem utilizava maliciosamente os serviços da rede social Facebook, fazendo-se passar por uma garota chamada "Kayla", que começou a contatar e interagir com seus colegas da escola secundária Eisenhower High School, na cidade de New Berlin, estado de Wisconsin nos EUA. De alguma sinistra maneira, "Kayla" convenceu um por um os 31 alunos para que enviassem fotos deles mesmos... nus.
Uma vez enviada as fotos, "Kayla" ameaçou difundir as imagens de cada um por toda a escola, a não ser que tivessem relações sexuais com seu colega que era nada mais anda menos que Anthony R. Stancl. O plano não funcionou com os 31, mas a policia disse que ao menos 7 garotos caíram na armadilha. Estes se reuniram com Stancl e tiveram relações sexuais no banheiro da escola secundária, no estacionamento da escola, no banheiro da biblioteca pública, e vários parques ao redor da cidade. As vítimas tinham idades entre 13 e 19 anos.
A fraude poderia ter-se prolongado se Stancl não tivesse exagerado no assunto. Um dos estudantes de 15 anos de idade teve sexo repetidamente com Stancl por temor de que suas fotos fossem difundidas por toda a escola. Stancl aproveitou então essas ocasiões para fazer mais fotografias de seus encontros e assim exercer uma maior influência sobre o estudante.
A chantagem de Stancl foi descoberta finalmente quando este pediu fotos do irmão do adolescente ... nu por suposto. O garoto não quis envolver seu irmão e decidiu contar a seus pais o que estava acontecendo, que informaram imediatamente à polícia. Quando os detetives confiscaram o computador de Stancl, encontraram mais de 300 fotos obscenas de seus colegas de escola.
Anthony R. Stancl, de 19 anos, enfrentava originalmente 12 processos de delitos graves, que poderiam ter mandado-o a prisão por cerca de 300 anos, mas no último dia 22 se declarou culpado em frente a corte, não refutando os processos de repetidos assédio sexuais a um menor, e outras denúncias menores de assédio sexual, posse de pornografia infantil e chantagem que podem enviá-lo para a cadeia por uns 50 anos.
Fonte: mdig

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