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terça-feira, 31 de março de 2009

Marido mata mulher , que era viciada no jogo GTA

A vida de Carol Cannom terminou com a mesma violência comum ao videogame "Grand Theft Auto". A inglesa de 46 anos, com três filhos, era viciada no jogo, um grande e polêmico sucesso mundial.
Por causa do vício, Carol simplesmente colocou o marido, Malcolm Palmer, de 62 anos, para escanteio na pequena Long Sutton, Lincolnshire (Inglaterra). Malcolm foi expulso do quarto do casal e muitas vezes tinha que dormir na estufa, do lado de fora da casa. Ele só era readmitido em casa se o tempo esfriasse demais. A mulher ficava até 5h da matina jogando videogame na TV gigante de plasma que ela havia comprado especialmente para curtir o "Grand Theft Auto". A mulher ameaçava expulsar o aposentado de casa e nunca mais deixá-lo ver os filhos. Um dia, Malcolm não suportou mais a situação e decidiu pôr fim ao seu drama: esfaqueou Carol 20 vezes. Aterrorizado com a violência real, o filho James, de 10 anos, ligou para o 999 e a plantonista da polícia conseguiu ouvir Carol gritando: "Não me mate!"
Era tarde demais. Em poucos instantes, a inglesa já estava morta. "Ela ficou jogando até 5 da manhã durante dois meses. Sinto muito, acho que tive que matá-la", disse Malcolm após tomar o telefone da mão do filho. O casal estava junto havia 30 anos.

Cigarros usb

A versão USB do cigarro eletrônico oferece doses inaladas de nicotina vaporizada, assim os fumantes podem soprar sem todos os efeitos nocivos aos fumantes passivos. O kit vem com 11 filtros e um atomizador. Você pode comprar o seu por aproximadamente 33 dólares, mas cuidado: você ainda parecerá um otário ao sugar em público um cigarro de plástico.

Fonte: gizmodo

Tadin do ratin

Tadin do gatin

Invasor

Star Wars muito além do episódio 6

Abaixo vcs conferem a continuação da história de Luke e cia.





Clique abaixo para ampliar

Fonte: superinteressante

Maior helicóptero do mundo

Esse é o Hotelicoptero, que além de ser o primeiro hotel e helicóptero do mundo, é o maior helicóptero, com 42 m de altura.
O voo inaugural acontece dia 26 de junho.
Fonte: http://www.supergunta.blogspot.com/

Esse casal nunca se encontrou pessoalmente

Eles se conheceram na internet. Ele dos Estados Unidos e ela da Inglaterra. E por incrível que pareça, eles são namorados virtuais. Sim, eles nunca se encontraram.
Todo domingo ela tira novas fotos, manda para ele e faz essas belíssimas montagens dos dois juntos.

Pinturas realístas

São pinturas a óleo do artista Max Ferguson.
Fonte: mundo gump

Camuflagens

Tem algumas que tá bem difícil encontrar o animal

Fonte: o buteco da net

Imigrante ilegal

A imigração clandestina é um grave problema que os grandes centros urbanos enfrentam. Os EUA, por exemplo, possuem 40 milhões de imigrantes e, embora possuam rígidas normas de segurança, cerca 10 milhões deles vivem de forma ilegal.
Uma das maneiras de atravessar ilegalmente a fronteira é pelo mar, de onde constantemente seguem precárias balsas originadas de Cuba, Haiti e República Dominicana, mas a cada dia os clandestinos procuram formas - no mínimo - criativas para alcançar seus objetivos. As fotos a seguir registram uma curiosa apreensão feita em um furgão.

Fonte: o buteco da net

Comercial bem louco



Insurance A Funny Video - video powered by Metacafe

Fonte: capa verde

segunda-feira, 30 de março de 2009

Medicina medieval

10. Cirurgia: cruel, suja e terrivelmente dolorosa



Os cirurgiões da época tinham pouquíssimo conhecimento sobre a anatomia humana, sobre antissépticos, que fizessem com que as feridas não infeccionassem, e sobre anestésicos. Não era agradável ser um paciente nessas horas, mas não havia muita escolha. Para se livrar da dor, você era submetido a mais dor. Na maioria dos casos, monges se tornavam cirurgiões, já que eles tinham acesso à literatura sobre medicina. No entanto, em 1215, o Papa pediu para que eles não fizessem mais o trabalho. A tarefa sobrou para fazendeiros que tinham experiência tratando animais.

9. “Dwale”: um anestésico cruel que podia ser fatal


A cirurgia na idade média era usada somente em casos de vida ou morte. Uma razão é que não havia anestésico “confiável” que pudesse aliviar a dor enorme de um procedimento cirúrgico. Algumas poções usadas para amortecer o paciente ou induzir o sono podiam ser letais. Um dos exemplos é o Dwale, uma mistura de suco de alho, suco de cicuta, ópio, vinagre e vinho que era dado ao paciente antes de uma cirurgia. O suco de cicuta sozinho poderia ser fatal – ele é tão forte como anestésico que o paciente para de respirar.


8. Feitiços: rituais pagãos ou penitência religiosa como forma de cura

Tratamentos medievais, normalmente, eram uma mistura de fatos científicos, crenças pagãs e imposições religiosas. Um exemplo é que, quando alguém contraía a peste bubônica, era determinado que ele passasse por um período de penitência, se confessando com um padre. Como a doença era vista como um castigo de Deus, se o paciente admitisse seus pecados, talvez sua vida fosse poupada.


7. Cirurgia de catarata: dolorido e raramente salvava o olho do paciente


Uma operação de catarata incluía a inserção de uma faca ou de uma agulha pela córnea, forçando as lentes do olho até o fundo do órgão. Posteriormente, uma seringa era usada para extrair por sucção a catarata.


6. Bexiga bloqueada: um cateter de metal inserido diretamente na bexiga


O bloqueio da bexiga, devido à sífilis ou a outras doenças venéreas, era comum na época, já que não havia antibiótico. O cateter urinário (um tubo de metal inserido através da uretra até a bexiga) começou a ser usado em meados de 1300. Quando o tubo não conseguia passar pela uretra, outros aparelhos eram usados – provavelmente apresentando um risco tão grande quanto o da própria doença.


5. Cirurgiões em campos de batalha: puxar flechas não é um trabalho fácil


Como remover flechas dos corpos de soldados? Normalmente a ponta da flecha ficava dentro do corpo do soldado, enquanto só era possível tirar o cabo. Esse problema foi “resolvido” com a colher de flecha, que era inserida na ferida causada pelo disparo e “pescava” a ponta da flecha.


4. Sangria: a cura para quase qualquer doença


Os médicos da idade média achavam que praticamente todas as doenças eram causadas por excesso de líquido no corpo. Então a solução era tirar o sangue dos pacientes. Havia dois métodos “principais”. O primeiro usava sanguessugas para tirar o sangue. O bicho era colocado sobre o local e sugava uma boa quantidade do líquido. O outro era um tradicional corte na veia, normalmente no braço.


3. Parto: mulheres, quando grávidas, eram preparadas para a própria morte


Dar a luz na idade média era tão mortal que a Igreja pedia que as grávidas se preparassem para morrer. E teve uma época em que parteiras mais experientes foram perseguidas como bruxas, já que usavam métodos para aliviar a dor de suas pacientes. Quando um bebê estava morto no útero, uma faca era usada para que ele fosse desmembrado ainda na barriga da mãe, para facilitar a “retirada” do feto.

2. Clysters: um método medieval usado para injetar remédios… pelo ânus



O “clyster” era uma versão medieval do supositório, um aparelho que injetava fluidos no corpo através do ânus. Era um cano ligado a um recipiente. O cano ia “lá” enquanto, no recipiente, estava o remédio

1. Hemorróidas: a agonia anal tratada com ferro quente



O tratamento para hemorróidas era queima-las com ferro quente. Há até uma história sobre um monge que, sofrendo com suas hemorróidas enquanto trabalhava no jardim, sentou se em uma pedra que, milagrosamente, o curou do problema. A pedra existe até hoje, com a marca das hemorróidas do monge, e é visitada por muitos que esperam curar seu “problema” até hoje.