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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Evolução dos contraceptivos

No quarto século antes de Cristo, Aristóteles fez a primeira menção à contracepção, ao recomendar que as mulheres “untassem a parte do ventre em que a semente cai” com azeite de oliva, para prevenir a gravidez.
Outras dicas dadas pelo filósofo para evitar a gravidez incluíam óleo de cedro, uma pomada de chumbo ou até mesmo óleos de incenso. Ele afirmava que, se o colo do útero estivesse escorregadio, a concepção seria dificultada. Os gregos da antiguidade também tentavam prevenir a concepção ao deixar a mulher de cócoras e apertando o abdômen, na tentativa de remover o sêmen da vagina.

Já na Europa do século XVI, surgiram os primeiros cintos de castidade. Eles foram criados para manter a mulher sexualmente “pura”, já que o objeto impedia completamente a atividade sexual – portanto, evitando a gravidez. Os cintos tinham pequenos orifícios para a urina e as fezes, e geralmente eram feitos em apenas um tamanho, então as mulheres maiores tinham que suportar a pressão do metal. Os cintos de castidade também foram utilizados até a década de 30 para evitar que as mulheres se masturbassem.

As primeiras camisinhas foram usadas no século XVII para evitar a transmissão de sífilis. Embora estes sejam os primeiros registros confiáveis, existem relatos que os egípcios utilizavam membranas animais como uma espécie de proto-camisinha.
O famoso mulherengo Giacomo Casanova foi um dos primeiros a utilizar a novidade como uma forma de prevenir a gravidez. Na época, as camisinhas eram feitas das vísceras de animais. A biografia de Casanova também explica que ele tentou utilizar a casca de uma metade de um limão como uma forma primitiva de diafragma, contraceptivo que encobre a entrada do colo do útero, impedindo a fecundação do óvulo.

Completa: http://hypescience.com/23788-a-evolucao-dos-contraceptivos/

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