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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Mulher viciada em abortos

Fustigada por um marido controlador, a estadunidense Irene Vilar, de 40 anos, que vive em Denver, Colorado, confessou em um livro ter praticado 15 abortos ao longo de 17 anos para evitar que seu marido, que não queria ter filhos, a abandonasse. A confissão da mulher gerou um uma torrente de ataques de ativistas anti-aborto na internet e no seu próprio site, inclusive com ameaças de morte e denúncias para que ela seja presa.
O ciclo de gravidezes e abortos começaram quando ela tinha 16 anos e só terminaram quando completou os 33, período também marcado por várias tentativas de suicídio.O livro foi publicado com o título "Impossible Motherhood: Testimony of an Abortion Addict" (Maternidade impossível, depoimento de uma viciada em aborto), depois de ser recusado por 51 editoras.
A autora tinha oito anos quando sua mãe se matou saltando de um carro em movimento e morreu dois dias depois. Seu pai dirigia o carro enquanto a pequena no banco detrás tentou segurar a mãe.O livro chocou muitos americanos que permanecem divididos sobre o assunto, e enfureceu os defensores em ambos os lados, tanto os favoráveis como os contrários ao aborto.No livro Irene conta que se apaixonou por um professor de literatura latino de 50 anos quando tinha 16 e cursava uma universidade em Nova Iorque.
Em poucos meses de relacionamento se casaram e, segundo ela, ele constantemente se vangloriava de que suas relações nunca duraram mais que cinco anos e que não pretendia ter filhos pois isso era a certeza da morte de seu desejo sexual por ela.- "No início eu tomava as pílulas, ainda que deixava de tomar um dia ou outro, até que um dia descobri que estava grávida e decidi pelo aborto para que ele não me deixasse".- "Aí aconteceu outra vez... e mais uma... e outra vez... até que perdi o controle, exatamente como acontece com um viciado em drogas".- "Algumas mulheres escrevem memórias sobre anorexia ou bulimia, e tentam explicar o que incentiva o seu habito ao vômito e a magreza. Eu tento fazer o mesmo neste livro".No livro ela ainda conta que é constantemente assombrada por um passado trágico. Além da morte da mãe, sua avó, a nacionalista porto-riquenha Lebron ficou presa durante 25 anos depois do atentado ao Capitólio norte-americano em 1954.
Ela foi condenada por tentar subverter o governo e ficou presa durante todo este período antes de ser perdoada por Jimmy Carter em 1979.Seu primeiro marido, Pedro Cuperman, professor da Universidade de Syracuse em Nova Iorque, não foi contatado para comentar o assunto.Irene se casou novamente em 2003 e tem duas filhas, Loretta de cinco e Lolita de três, no novo casamento além de dois enteados adolescentes. Ela já planeja escrever um novo livro falando sobre a maternidade.
Vadia de merda , deêm sua opinião , o que vocês acham dessa vagabunda ?

Fonte: mdig

2 comentários:

Carlos Eduardo disse...

Nao acho q ela seja uma vadia, muito menos uma vagabunda. O aborto não é um método anticoncepcional, mas é sim válido em emergências. Claro que 17 é demais. Mas com certeza essa mulher tem muitos traumas por causa disso...

Anônimo disse...

que Deus tenha piedade da alma dessa assassina!!!