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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Milagres da medicina

O homem que caiu do 47° andar
Alcides Moreno, 37, caiu do 47º andar de um prédio em Nova York agarrado à sua plataforma de lavagem de janelas. O acidente matou seu irmão, que trabalhava ao seu lado. O estado de Alcides era tão complexo que os médicos não puderam movê-lo para um centro cirúrgico, efetuando a cirurgia no próprio pronto-socorro, deixando-o em estado vegetativo durante quase três semanas. Milagrosamente, no dia de Natal, ele mostrou sinais de consciência e começou a falar. Menos de um mês depois, teve alta e submeteu-se a 10 cirurgias ortopédicas, voltando à sua vida normal. Para termos uma noção do que aconteceu, Alcides sofreu inúmeras lesões na perna, na coluna, teve hemorragia cerebral e dez fraturas nos braços. Considerando que a taxa de mortalidade de quem cai do quarto andar de um prédio é de cerca de 50%, a sobrevivência de Moreno é um fenômeno espantoso.

A modelo que sobreviveu após fratura no pescoço e costas
Katrina Burgess, 17 anos , recebeu a notícia que nunca mais poderia andar novamente após sofrer um acidente de carro, que deixou uma fratura no seu pescoço e costas. Mas, depois de receber 11 hastes metálicas, pinos e parafusos o suficiente para não passar em nenhum detector de segurança, Katrina foi contratada como modelo de uma agência.
Katrina salvou-se graças à qualificação dos profissionais que a atenderam. Os médicos inseriram uma vareta que ia do seu quadril até o joelho da perna esquerda. Dentro colocaram quatro pinos de titânio. A mais arriscada operação ocorreu uma semana depois. Eles inseriram seis varas horizontais para apoiar sua coluna vertebral. Uma semana depois, inseriram mais um parafuso de titânio no início da sua coluna para apoiar seu frágil pescoço quebrado. Alguns dias após a última cirurgia, ela já dava seus primeiros passos. Surpreendentemente, cinco meses após o acidente, a adolescente estava totalmente recuperada, sem precisar sequer de analgésicos.

A adolescente que passou 118 dias sem coração
D’Zhana Simmons, 14 anos, esperava ansiosamente por um transplante de coração, mas o sonho tornou-se pesadelo, quando o novo coração começou a apresentar falhas. Os médicos tiveram de remover o novo órgão, mas sem um outro coração disponível e com D’Zhana enfraquecida pela cirurgia, tiveram que achar uma solução imediata e inusitada: duas bombas foram usadas para para manter o sangue circulando em seu corpo durante quatro meses. O fato foi considerado inédito em um paciente dessa idade. Além disso, D’Zhana também sofreu insuficiência renal e foi submetida a um transplante de rim dias antes de passar pelo segundo transplante de coração.

O homem que voltou a andar depois de mordido por uma aranha
Um acidente de moto deixou Blancarte David numa cadeira de rodas durante 21 anos. Ele sobreviveu, mas ficou incapaz de mover suas pernas. Há dois anos, ele foi mordido por uma aranha marrom e foi hospitalizado. Durante o tratamento, uma enfermeira notou espasmos em uma de suas pernas e aplicou um choque para testar sua sensibilidade. Menos de uma semana depois, David começou a andar.

O garoto que sobreviveu a uma semi-decapitação
Jordan Taylor sofreu um acidente de carro que separou o crânio da sua vértebra. E lesão, classificada pelos médicos como “decapitação ortopédica”, teoricamente diminuiria as chances de sobrevivência do garoto. O Dr. Roberts conseguiu reconectar a cabeça de Jordan ao seu pescoço usando uma chapa metálica, parafusos e hastes de titânio. Desafiando qualquer lógica, o garoto deixou o hospital 3 meses depois do acidente.
Fonte: o buteco da net

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