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terça-feira, 26 de maio de 2009

Casos curiosos com gatos

SUGAR - O paranormal
Sugar, (açúcar) era um gato meio persa de dois anos que nasceu com uma deformação congênita nos quadris que provocava desconforto em viagens de carro. Isso fez com que a família de seus donos resolvesse deixá-lo para trás com os vizinhos quando esta se mudou para outra cidade. Duas semanas após seus donos mudarem, o gato sumiu.
Todos pensaram que Sugar havia sido atropelado ou tivesse fugido. Cerca de 14 meses depois, sugar apareceu miando forte, na porta da casa nova de seus antigos donos, em Gage, Oklahoma.
Ninguém conseguiu entender como um gato com problemas nos quadris conseguiu atravessar uma distância de 2.414km, indo para um lugar onde nunca estivera antes e encontrando a casa dos seus donos. Especialistas que avaliaram as condições do animal perceberam que ele estava bem debilitado, o que indicava que Sugar viajou cerca de 160km por mês para chegar na casa nova. O caso foi estudado por parapsicólogos e especialistas em comportamento animal e permanece um mistério até hoje.fonte

MINOSH - O heróico
Minosh era a gata de Mehmet Tunc, um turo que trabalhava na Alemanha. Quando tirou férias, o sr. Mehmet levou sua gata e a família até a Turquia. Na fronteira com a Turquia, o animal simplesmente sumiu do veículo. Os donos procuraram por algum tempo, mas sem sucesso, desistiram da busca.
Sessenta e um dias depois do episódio, a família já estava em casa, de volta a ilha de Sylt, no norte da Alemanha quando ouviram um arranhado fraco na porta. Ao abrir, ali estava Minosh, toda enlameada e fraca. Ela percorreu exatamente a distância que Sugar percorreu nos EUA, 2.414 km, mas em um tempo bem menor, e com um agravante, ela chegou na ilha. Ninguém conseguiu descobrir como a gata fez para chegar na ilha, e nem como conseguiu sair da Turquia e chegar na Alemanha em tão pouco tempo. O caso permanece um mistério.

SILKY-O retorno
Silky era o gato da família Philips. Ken e Shawn Philips perderam Silky em Gin Gin, mais ou menos a 320km ao norte de Brisbane, na Austrália. A perda de Silky foi uma pequena tragédia familiar que ocorreu no verão de 1977. Em 28 de março de 1978, Silky subitamente apareceu, na porta da casa dos Philps, que fica num subúrbio de Melbourne, como num milagre. Segundo o dono, o gato viajou, não se sabe como, 2.368km e apareceu em casa magro e fedorento.

RUSTY - O veloz
O caso de Rusty é emblemático porque é o recorde norte americano de velocidade na “volta para casa”. Este gato conseguiu a proeza de viajar de Boston, Massachussets a Chicago, Illinois em apenas 83 dias. A distância é de 1528 km. Não se sabe como o gato conseguiu vencer tal distância em tão curto espaço de tempo. Especula-se que Rusty tenha pegado carona em trens de carga e caminhões para conseguir chegar em seu destino. O episódio foi no ano de 1949.

NINJA -O infiel
Nem todos gatos viajam longas distâncias para ficar com os donos. Este foi o caso do gato chamado Ninja (nome compatível com a proeza) que viajou 1367km durante mais de um ano para voltar para a casa antiga.
A família de Brent Todd havia se mudado de Farmington em Utah para Mill Creek, no subúrbio de Seattle, em Washington. Uma semana depois, Ninja, um gato de oito anos pulou a cerca do jardim e sumiu. Quase um ano depois o gato surgiu na casa antiga, miando e arranhando a porta em busca de comida. Os vizinhos reconheceram o miado de Ninja e o alimentaram. Eles se ofereceram para enviar ninja de volta aos donos, mas eles reconheceram que o gato gostava da casa antiga e decidiram deixar o animal morar lá. Ninja ficou sendo tratado pelos vizinhos e morou na casa antiga até morrer.

MUDY WATER WHITE - O folgado
Este gato de nome curioso pulou do carro de sua dona, Barbara Paule em 24 de junho de 1985. O gato sumiu na estrada em Dayton Ohio. Três anos depois o gato simplesmente reapareceu, deitado no chão da cozinha como se nunca tivesse saído de casa. A confirmação de que era mesmo o gato de Paule se deu pelo veterinário local. Estima-se que Mudy Water White percorreu 724 km até voltar para casa e se escarrapachar no chão da cozinha. Isso é o que eu chamo de “dar um rolé”.

GRINGO - O malandro
A família Servoz perdeu seu gato de estimação, Gringo, em dezembro de 1982 na cidade de Lamarche-sur-Seine, na França. Fazia muito frio e todos pensaram que Gringo havia morrido de frio quando ele não retornou para casa. Sete meses depois, no mês de Julho do ano seguinte, a família se impressionou ao descobrir que Gringo havia apenas se mudado para a amena Riviera Francesa, percorrendo 772km, indo parar na casa de verão da família. Aparentemente o gato estava buscando temperaturas mais quentes. Calculando o dia em que sumiu e o dia em que os vizinhos o encontraram, magro e faminto, os Ervoz descobriram que Gringo percorreu esta distância em apenas uma semana.

KUZYA - O gato que enfrentou o frio
Kuzya é um gato de dois anos de idade que atravessou 2092 km enfrentando os piores climas do planeta. De fato, o gato cruzou a sibéria para chegar em casa. O gato havia se perdido da família em Yakutsk, leste da Rússia. Quando a família retornou para casa, em Olenyok pensavam que nunca mais veriam Kuzya novamente. Mas três meses depois o gato surgiu na porta da família Efremov. O gato atravessou florestas, montanhas e grandes lagos, além de temperaturas de quase 45 graus a baixo de zero para voltar para casa. Aparentemente, Kuzya enfrentou a distância, o caminho e o clima, mas não só isso. Uma mordida na cauda do gato indicava que ele enfrentou inimigos em sua jornada. É possível que Kuzya tenha sido perseguido por lobos ou outros animais selvagens. Mas conseguiu escapar. fonte
Existem outros casos estranhos envolvendo gatos voltando para suas casas. Mas há também casos surpreendentes em que gatos salvaram seus donos.
Um exemplo é o caso do gato Tommy. Quando seu dono caiu da cadeira de rodas e ficou incapaz de se movimentar, Tommy (acredite se quiser) telefonou para o serviço de emergência, tirando o telefone do gancho e discando 911.
Quando a atendente do serviço de emergências atendeu, ela só escutava um miado do outro lado da linha. Como o telefone não desligava, os homens do serviço de atendimento suspeitaram que pudesse ser alguém engasgado ou incapaz de se comunicar. Como é de praxe nestes casos, agentes da emergência foram até o endereço onde estava registrado o telefone para dar uma olhada. Chegando lá, encontraram Tommy miando no telefone. No andar de cima eles ouviram um pedido de socorro e encontraram Gary Rosheisen.
Surpresos pelo gato ter pedido ajuda, os homens do 911 ficaram estupefatos quando viram o gato repetir a façanha na frente deles com o comando do dono. Ocorre que antevendo que sua condição física poderia colocá-lo em risco, Gary Rosheisen passou anos treinando o gato para discar para a emergência.

2 comentários:

join disse...

sera q foi disso q eles tiraro aquela historia dos 2 cachorro e 1 gato q viaja de volta pra casa dos dono ??

Anônimo disse...

Minha explicação é que os gatos se agarravam a carros "pegando carona" até chegar no destino. Ficavam magros de segurar nos carros.