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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

É cada coisa que se come

Casu Marzu Queijo podre

O Casu marzu (também chamado casu modde, casu cundhídu, ou em italiano formaggio marcio) é um queijo originário da Sardenha, Itália, conhecido por servir de habitat a larvas de insectos vivas. Casu marzu significa "queijo podre" em Sardenho.Derivado do Pecorino Sardo, casu marzu vai além da fermentação normal até ao ponto da decomposição, feita pela acção digestiva das lavras da mosca-do-queijo. estas larvas são deliberadamente introduzidas no queijo, causando um elevado nível de fermentação e decompondo as moléculas gordas do queijo. A textura torna-se então pastosa, com algum líquido, a que os sardenhos chamam lagrima. As larvas são brancas e semi-transparentes, com um comprimento de 8 mm. Quando perturbadas, conseguem saltar até à altura de 15 cm. Algumas pessoas retiram as larvas antes de consumir o queijo. Outras não.O queijo é normalmente consumido com pane carasau, um pão sardenho, e Cannonau, um vinho tinto da casta Grenache. Devido à natureza deste queijo, a sua venda e consumo estão proibidos na Itália continental bem como no resto da Europa. Foram reportados alguns casos de míase, ou seja, desenvolvimento nos intestinos de larvas que passaram vivas o tracto digestivo e cujos ácidos estomacais não conseguiram matar.
Fonte:http://bairrodooriente.blogspot.com/2008/03/casu-marzu.html

De Jaeger o caviar de caracóis

Fonte: google

Huitlacoche fungo de milho


"Cuitlacoche" ou "huitlacoche" é um fungo prateado por fora, preto por dentro, que dá nas espigas de milho verde e é muito apreciado no México. É uma praga, uma excrescência da espiga que se deforma, cresce e faz com que o milho se abra numa explosão precoce. O nome botânico é Ustilago maydis e o nome dado pelos astecas, é "cuitlatl" (excremento) e "cochtli" (adormecido). Nos Estados Unidos e na Inglaterra, (na França não sei), é uma das novas comidas descobertas pelo mundo gastronômico. Um cocô dormido, dirão os céticos, como os astecas. Não, mais uma jóia de exotismo, um cogumelo raro, uma coisa que não se planta, que brota sem que se espere, uma trufa nas barbas loiras do milho, este camponês. Ao cozinhar, solta uma tinta preta, muito, muito saborosa.No México eles o cultivam propositalmente desde a época dos Aztecas, mantendo o pé fungado na plantação, inoculando os esporos. Aqui levam-no para bem longe, para nunca mais voltar. Está certo, pois lá é uma iguaria, todos apreciam. O milho com fungo tem mais valor que o milho saudável.
Fonte:http://come-se.blogspot.com/2008_03_23_archive.html

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