boobox

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Como explicar essas coincidências

Devolta para casa

Em 27 de novembro de 1899, morria em Galveston, durante uma temporada no Texas, o ator shakespereano Charles Francis Coghlan. Como sua terra natal, a Ilha Príncipe Edward, no Golfo de São Lourenço, no Canadá, distava 5600 quilômetros por mar, Coghlan foi enterrado no cemitério de Galveston em um caixão de chumbo, num jazigo de granito.Menos de um ano depois, o grande furacão de Galveston atingiu o Texas em 08 de setembro de 1900, matando 8000 pessoas e inundando toda a cidade, inclusive o cemitério. O túmulo foi destruído, e o caixão flutuou até o golfo do México. Lentamente, vagou pela costa da Flórida e pelo Atlântico, onde foi apanhado pela corrente do golfo e carregado para o norte.Oito anos se passaram. Num dia de outubro de 1908, alguns pescadores da Ilha Príncipe Edward avistaram um caixão flutuando próximo à praia. Coghlan havia voltado para casa. Seus conterrâneos o enterraram na igreja local aonde havia sido batizado.

Ópera maldita

Haveria uma ária maldita na ópera Carlos VI, de Halévy, que estreou em Paris na Ópera Comique em 1852? Quando o tenor Maffiani cantou " Oh, Deus, esmague-o", ergueu os olhos para o teto, e um elemento cênico caiu sobre outro cantor matando-o.No dia seguinte os jornais já falavam de uma "ária maldita", que se confirmou na segunda noite, quando um homem morreu ao cair de um camarote. Na terceira noite, um músico teve um ataque cardíaco fulminante. As apresentações foram canceladas.Em 1858 Napoleão III pediu que Halévy encenasse Carlos VI. Na noite anterior a apresentação, o imperador escapou por pouco de um atentado a bomba. A ópera foi cancelada definitivamente, e nunca mais foi encenada desde então.

Carro amaldiçoado

Quando Stephen King escreveu o romance Christine de 1983, sobre um carro dos anos cinqüenta que possuía vida própria, possivelmente baseou-se na história do Porsche Spyder do ator James Byron Dean, que morreu em 30 de setembro de 1955, em um horrível acidente automobilístico. Quando os destroços do carro foram levados a uma oficina, o motor caiu sobre um mecânico, quebrando-lhe as duas pernas.O motor então foi comprado por um médico, que o colocou num carro de corrida, e ele morreu pouco depois. O porsche foi mais tarde consertado... e houve um incêndio na oficina.Foi exposto em Sacramento, e caiu do suporte, quebrando a bacia de um jovem. Depois, no Oregon, o caminhão que transportava o carro derrapou e destruiu a vitrine de uma loja.Finalmente, em 1959, o carro partiu-se em onze pedaços enquanto estava assentado sobre suportes de aço.

Titanic
Em 1898 o escritor americano Morgan Robertson escreveu um romance intitulado Futility. Na história, um transatlântico britânico chamado Titan, colide com um iceberg em uma noite de abril no Atlântico Norte, durante a sua terceira viagem, deixando para trás um número enorme de mortos devido a falta de botes salva-vidas.Catorze anos depois, em uma gélida noite de abril, o transatlântico RMS Titanic se chocaria com um iceberg no Atlântico Norte na viagem inaugural, repetindo a história de Robertson.Isso em si já seria uma enorme coincidência, mas não parou por aí.Em uma noite de abril de 1935 no Atlântico Norte, o marinheiro William Reeves, nascido em 14 de abril de 1912, na data do acidente do Titanic, estava de vigia em um navio que transportava carvão de Tyne para o Canadá.Quando o navio estava próximo da área do naufrágio do Titanic, Reeves foi tomado de pavor e gritou "Perigo à frente !" para a ponte de comando. Em seguida um iceberg surgiu da escuridão e o navio pôde evitá-lo a tempo. Uma pequena observação: o navio de William Reeves se chamava Titanian.
fonte :http://arquivosdoinsolito.blogspot.com/

Nenhum comentário: